quarta-feira, 18 de março de 2009

Arquitetura Árabe

A Herança da Arquitetura Islâmica – Os Muxarabis

Por entre as treliças de madeira pode-se ver a rua, mas não a beleza da mulher islâmica, preservada por trás dos muxarabis. È por meio deles, que a cultura islâmica encontrou uma solução que permite a ventilação e iluminação, mantendo a privacidade e valorizando os seus bens culturais. Essa herança moura conquistou mais do que o mundo árabe, estendendo-se a outras culturas. Com o mesmo uso ou às vezes utilizado como elemento decorativo, os muxarabis espalharam-se pelo mundo. Exemplos dessa disseminação da arquitetura árabe podemos ver aqui mesmo no Brasil. A arquitetura colonial brasileira usou e abusou dos muxarabis, não somente como balcões (guarda-corpos), mas também nas janelas privilegiando a idéia de ver sem ser visto. No entanto, não é somente a arquitetura colonial que se beneficiou desse artifício interessante de iluminação. Na arquitetura de Lina Bo Bardi (arquiteta italiana que viveu e trabalhou muito tempo no Brasil), podemos ver o uso desse elemento. O SESC Pompéia, em São Paulo, por exemplo, possui em suas janelas amorfas, muxarabis vermelhos de correr, que permitem esse trabalho da luz quando desejado. Já na arquitetura de Márcio Kogan, arquiteto paulista, vemos a idéia de muxarabi utilizado com uma estética um pouco diferenciada pelo material escolhido, trabalhando a transparência e integração do ambiente interno e externo, mas mantendo ainda a privacidade que uma residência exige.

Muitos elementos ou idéias são, na arquitetura, adaptados ao clima, função, cultura ou é feita uma releitura adequando às novas tecnologias. Esse é o caso do Instituto do Mundo Árabe, em Paris. Na obra em questão, projetada pelo arquiteto francês Jean Nouvel, a releitura do muxarabi foi essencial devido a diferença drástica entre o clima francês e o dos países do mundo árabe. Para isso, a nova leitura e interpretação do muxarabi são feitas de modo a filtrar a iluminação através de diafragmas de diversas formas e tamanhos, controlados por células fotossensíveis, apresentando a típica iluminação que se costuma ver na arquitetura islâmica. Ao mesmo tempo, adequou a técnica árabe à nova tecnologia trazendo esse ar contemporâneo e integrando e mesclando a cultura árabe com a cultura européia.

Com a imigração de árabes para diversas partes do mundo, não é só na arquitetura que elementos arquitetônicos árabes se refletem. A cantora Eleonora Falcone, brasileira, até compôs uma canção que menciona o muxarabi, relatando a participação e a vivência dele no seu dia a dia, incorporando dessa forma, mais uma vez, parte da cultura islâmica que se prolifera a cada dia mais na nossa cultura, seja com elementos arquitetônicos, especiarias que complementam nossa culinária, ou qualquer outro artifício que juntos enriquecem com muito orgulho a cultura brasileira, mostrando que essa globalização, que permite um intercâmbio entre hábitos e experiências diferentes entre nações, é muito preciosa.










































Arquiteta e Urbanista Lilian de Oliveira
Graduada pela Universidade Mackenzie



Muxarabi

Uma moça na janela
Olha tudo que passa por ela
Passa a noite passa o dia
Passa o sopro de maresia
Daqui de dentro de mim
Quero te ver passar por mim
Pela janela em mim
E no meu jardim
Sorrir pra mim
Fogo de estrelas
Treliças em mim
Vejo ele não me vê
Do meu muxarabi
Destrançar os cabelos
Mergulhar no vento em ti em mim
A carambola e o sapoti
Muxarabi
Sombra e água fresca
Muxarabi
Dormir enfimVoz .
Eleonora Falcone


Imagens:
1 e 2 - Al-Hambra, Granada, Espanha; 3 – Medersa Ben Youssef;
4 – Olinda; 5 –Sesc Pompéia, Lina Bo Bardi, SP; 6 – Casa du Plessis, Márcio Kogan, SP; 7,8 e 9 – Instituto do Mundo Árabe, Jean Nouvel, Paris.

terça-feira, 10 de março de 2009

Mostra de Cinema Árabe Contemporâneo



"Mostra de Cinema Árabe Contemporâneo" de 09/03/ a 15/03
Cinevídeo1. R: Padre Anchieta, 458 - Mercês.
(41) 3223-4343 - Entrada Gratuita.
"Reflexões sobre o Mundo Árabe Contemporâneo" de 12/03 a 20/03
Associação Comercial do Paraná.
R: XV de Novembro, 621 - Centro
Inscrições e Informações: (41) 3320-2990 ou pelos sites

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Gazeta Árabe na TV

Assista todos os sábados as 21:00 nos canais 72 (TVA) e 05 (NET) o Programa Gazeta Árabe na TV, pela CWB TV. Informação, Cultura, Costumes, Entrevistas e História dos povos e Países árabes. Reprises as sextas feiras as 11:30 hs.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

XIII Diálogo com o Universo

XIII Diálogo com o Universo
VII Conferência Nacional para Mente, Corpo e Espírito

Curitiba – Paraná – Brasil

De 21 a 24 de fevereiro de 2009
Hotel Lizon – Avenida Sete de Setembro, 2246 – Centro
Valor Único – R$ 70,00

Conferencistas

Sábado – 21/02

13h00 – Credenciamento

14h00 – Maurício Guérios – Ator e produtor, estudioso das tradições orientais, professor de artes marciais e foi representante no Brasil do ator Steven Segal.
Tema – Casas mal Assombradas: Uma Abordagem Científica.

15h20 – Reginaldo Hiraoka – Parapsicólogo pelas Faculdades Integradas Espíritas (FIES) e orientador em parapsicologia pelo Centro Integrado de Orientação em Parapsicologia.
Tema – Trabalho de Orientação das Pessoas que Reagem aos Diálogos com o Universo.

16h10 – Intervalo

16h30 – Fábio Eduardo da Silva – Parapsicólogo pelas Faculdades Integradas Espíritas (FIES), especialista em estudos da consciência e formado em psicologia pela Universidade Tuiuti do Paraná.
Tema – É Possível Treinar Capacidades Paranormais?

17h20 – Tito Fonseca – Advogado, professor, filósofo, estudioso e pesquisador da cultura grega e universal.
Tema – A Visão Holística de Pitágoras.

18h40 – Encerramento do primeiro dia

20h30 – Workshop Especial 1 – Doutora Mônica Medeiros

Domingo – 22/02

09h00 – Nelson Infanti Junior – Doutor em geociências, ex-professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), professor visitante da comunidade européia, pesquisador de construções em pedra de civilizações antigas, templos solares e lunares, megalitos e inscrições rupestres.
Tema – As Pedras Gravadas de ICA.
Participação de: Edwin Flores Zevallos e Bernadete Sabbi.
Exposição de uma das pedras.

10h20 – Bernadete Sabbi – Administradora de empresas e pesquisadora na área da Ufologia e espiritualidade. Realizou estudos e experimentos práticos no Peru, México, Chile, Guatemala, Belize e Brasil. É terapeuta e facilitadora de encontros de auto-busca, apresentadora do programa educativo Livre Para Ser e Pensar, da CWB TV, em Curitiba.
Tema – Programação Mental para a Auto-Cura.

11h20 – Intervalo

11h30 – Marco Petit – Co-editor da Revista UFO, um dos fundadores do Instituto Galileo Galilei, membro Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e autor de vários livros e DVDs sobre Ufologia.
Tema – Os Discos Voadores através da História – Parte 1.

12h30 – Intervalo para o Almoço

14h00 – Edelar Prohmann – Musicoterapeuta pela Faculdade de Educação Musical do PR, pós-graduada em metodologia de ensino superior pela Faculdade Dom Bosco, especialista em saúde mental. Conferencista e estudiosa da Ufologia Holística.
Tema – A Vida e o Som: Musicoterapia e a Cosmoética.
· Vivência Prática.

15h20 – João Alberto Fiorini – Delegado do setor de Inteligência da Polícia Civil do Paraná, articulista no campo das pesquisas paracientíficas, estudioso dos fenômenos parapsíquicos e espíritas.
Tema – Psicoscópio: Investigado do Campo Magnético Espiritual.
Demonstração do aparelho.

16h30 – Intervalo

16h50 – Mônica Medeiros – Médica cirurgiã formada pela Unicamp, com mestrado na Universidade de Illinois, Chicago. Fundadora e presidente da Casa do Consolador, entidade filantrópica universalista, atua como mestra reikiana e presta auxílio a pessoas, entidades carentes e animais em sofrimento, através da ONG Árvore da Vida.
Tema – Construindo o Amanhã.

18h20 – Encerramento do segundo dia

20h30 – Workshop Especial 2 – Edwin Flores

Segunda-feira – 23/02

09h00 – Edwin Flores Zevallos – Mestre em ciências, licenciado em psicologia e filosofia das religiões e especialista em cosmogonia andina. Conferencista internacional, profundo conhecedor da medicina tradicional Inka e um dos mais respeitados Xamãs em seu país, o Peru.
Tema – Cosmovisão Inka.

10h20 – Dalton Roque – Engenheiro civil, pós-graduado em educação e valor humano e estudos da consciência com ênfase em parapsicologia. Autor dos livros O Karma e suas Leis e Estudos Espiritualistas.
Andréa Lucia da Silva – Pós-graduada em educação e valor humano e estudos da consciência com ênfase em Parapsicologia. Autora dos livros O Karma e suas Leis e Estudos Espiritualistas.
Tema – Qualidade de Vida Consciencial.

11h30 – Intervalo

11h50 – Marco Petit – Co-editor da Revista UFO, um dos fundadores do Instituto Galileo Galilei, membro Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e autor de vários livros e DVDs sobre Ufologia.
Tema – Os Discos Voadores através da História – Parte 2.

12h50 – Intervalo para o almoço

14h00 – Ivo Hugo Dohl – Consultores da Revista UFO, ufólogo e pesquisador na área de campo.
Tema – Agroglífos em Santa Catarina – Uma Abordagem Geral.

15h10 - Jaime Lauda – Astrólogo, diretor do Instituto Quarta Dimensão e apresentador do programa de TV Quarta Dimensão, pela CWB TV.
Tema – Astrologia: O Caminho dos Deuses Solares.

16h10 – Intervalo

16h30 – Melissa Lara – Enfermeira, yogaterapeuta, especialista em psicologia corporal e apresentadora do programa de TV Alquimia do Ser, pela CWB TV.
Aracy Katzinsky – Psicóloga, psicoterapeuta corporal, especialista em terapia de família e casais e apresentadora do programa de TV Alquimia do Ser, pela CWB TV.
Elizabeth Giaretta Rocha – Terapeuta ocupacional, especialista em massagem oriental Shiatsu e constelações familiares e apresentadora do programa de TV Alquimia do Ser, pela CWB TV.
Tema – A Alquimização do Espírito no Processo de Cura.

17h50 – Encerramento do terceiro dia

18h00 – Workshop Especial 3 – Salvatore De Salvo

21h15 – Jantar de confraternização

Terça-feira – 24/02

09h00 – Salvatore De Salvo – Formado em engenharia industrial e química, estudioso de radiônica, astrologia, transmutações biológicas e baixa energia. Ganhou o título de Cientista Internacional do Ano de 2001 em Geobiologia, concedido pelo International Biographical Center, de Cambridge, Inglaterra, onde concorreu com mais de dois mil candidatos. É reconhecidamente um dos mais importantes pesquisadores da Ufologia Brasileira e autor de inúmeros livros.
Tema – O Mistério do Experimento Philadelphia.

10h30 - Intervalo

10h50 – Marco Petit – Co-editor da Revista UFO, um dos fundadores do Instituto Galileo Galilei, membro Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e autor de vários livros e DVDs sobre Ufologia.
Tema – Os Discos Voadores através da História – Parte 3.

12h00 – Intervalo para o Almoço

14h00 – Marco Petit – Co-editor da Revista UFO, um dos fundadores do Instituto Galileo Galilei, membro Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e autor de vários livros e DVDs sobre Ufologia.
Tema – Abduções, Genética e Evolução.
Participação especial da abduzida e médium Raquel Coutinho de Oliveira.

15h30 – Participação da Equipe de Médiuns da Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas – SBEE, responsáveis pela Revista “Ser Espírita”.
Tema – Ser Espírita.

17h00 – Intervalo

17h30 – Rafael Cury – Presidente da Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil, Co-Editor da Revista UFO, fundador do Instituto Galileo Galilei, membro da Comissão Brasileira de Ufólogos, diretor da CBT TV.
Tema – III Fórum Mundial de Ufologia.

18h00 – Encerramento do evento com saudação final dos conferencistas.

Workshop Especial 1
Mônica Medeiros
Maias: Os Descobridores do Amanhã.
Local: Auditório do Hotel Lizon
Av. Sete de Setembro 2246 – Centro
Data: 21 de fevereiro – Das 20h30 às 23h00
Valor único: R$ 50,00
Para se inscrever, indique ou informe o código WE01

· Um mergulho no universo histórico da civilização Maia.
· Quem foi Zamna?
· Qual o papel de Pacal – O astronauta Maia?
· A influência do Calendário Maia no ocidente.
· Como os Maias desenvolveram suas profecias?
· As profecias Maias, realidade ou ficção.
· O que dizem os Códigos Maias sobre o futuro eminente da Terra?

Workshop Especial 2
Edwin Flores Zevallos
Medicina Inka.

Local: Auditório do Hotel Lizon
Av. Sete de Setembro 2246 – Centro
Data: 22 de fevereiro – Das 20h30 às 23h00
Valor único: R$ 50,00
Para se inscrever, indique ou informe o código WE02.

· A dimensão do universo invisível.
· A energia vital do universo.
· O cinturão protetor solar.
· Terapêutica – Restabelecimento do Equilíbrio – Transmutação.
· Minerais e elementos de potência.
· As visões do mundo e os sonhos.
· As ervas andinas e seus efeitos terapêuticos.

Workshop Especial 3
Salvatore De Salvo
O que nos acena a Ciência quanto a Extensão de nossa Vida.

Local: Auditório do Hotel Lizon
Av. Sete de Setembro 2246 – Centro
Data: 23 de fevereiro – Das 18h00 às 20h00
Valor único: R$ 50,00
Para se inscrever, indique ou informe o código WE03.

· Estamos no limiar da imortalidade?
· Nanotecnologia: Uma ciência recente, qual será o seu futuro?
· Por que os avanços tecnológicos dos últimos 20 anos superam os conquistados nos últimos 5.000?
· Como foi descoberta esta nova tecnologia e o que nos permite vislumbrar?
· Quais os benefícios para nossa saúde?

Jantar de confraternização

O jantar será realizado no restaurante Dom Antônio, um dos mais tradicionais de Curitiba, localizado no Bairro de Santa Felicidade. No cardápio, rodízio de comida típica italiana, pratos frios e quentes, saladas, massas, risoto, lasanhas etc. Serão servidos vinhos, aperitivos e refrigerantes à vontade.

Restaurante Dom Antônio
Local: Av. Manoel Ribas 6121 – Santa Felicidade.
Data: 23 de fevereiro – Segunda-feira, às 21h15.
Valor único: R$ 35,00
Para se inscrever, indique ou informe o código JC01.

Obs: No valor estão inclusos o jantar e o transporte - saindo do hotel e retornando ao mesmo após o término do jantar.

Hotéis conveniados

Hotel Lizon (****) – Av. Sete de Setembro, 2246 – Centro
Single: R$ 95,50 (diária) – Duplo: R$ 107,00 (diária) – Triplo – R$ 153,00 (diária)
Já estão incluídos nos valores acima a taxa de serviço e o café da manhã.
Hotel Itamaraty (**) – Av. Affonso Camargo, 279 – Centro.
Standard - Single R$ 59,00 (diária) – Duplo R$ 69,00 (diária) - Triplo R$ 79,00 (diária)
Luxo – Single R$ 64,00 (diária) – Duplo R$ 75,00 (diária) - Triplo R$ 85,00 (diária)

Estão incluídos no valor acima taxa de serviço – Café é opcional e individual R$ 7,70.
O Hotel Itamaraty está localizado a 200 m do local do evento.
Reservas de hotel através de nossa Central de Informações.

Central de Informações e Inscrições

Núcleo de Pesquisa Ufológica (NPU).
Rua Mariano Torres, 792 – Curitiba.
Fone (41) 3324-0805 e Fone/Fax (41) 3324-1003.
E-mail: npubrasil@gmail.com
Caixa Postal 1366 – CEP 80011-970 Curitiba (PR).
Horário comercial.

Formas de Pagamento

Depósito Bancário:
CNPJ - 79547881/0001-15
Em nome do Núcleo de Pesquisa Ufológica (NPU).
Banco Itaú – Ag. 3891 – Conta 00094-9
Banco Bradesco – Ag. 3285-9 Conta 78932-1

Cheque Nominal e Vale Postal:
Em nome do Núcleo de Pesquisa Ufológica (NPU).
Enviar para Caixa Postal 1366 – Curitiba – PR. CEP 80011-970

Boleto Bancário:
É só preencher o cupom com todos os pedidos e solicitar o envio do boleto. Lembramos que o não pagamento do boleto anula os pedidos. Informamos também que não havendo interesse no pagamento do boleto é só eliminá-lo.

Núcleo de Pesquisa Ufológica – NPU
Rua Mariano Torres, 792 - Curitiba.
Fone (41) 3324-0805 e Fone/Fax (41) 3324-1003
E-mail – npubrasil@gmail.com
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Caixa Postal – 1366 – CEP 80011-970 Curitiba – PR.

Atenção: Só serão computadas as inscrições após o envio de cópia do comprovante de depósito através de fax, e-mail ou Caixa Postal. Não esquecer de anexar os dados da(s) pessoa(s) inscrita(s).

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Gazeta Árabe na TV

Assista todos os sábados, as 21:00 hs no canal 72 TVA e 05 NET o Programa Gazeta Árabe na TV.
História, cultura, tradições, entrevistas e costumes dos povos árabes.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

O Terrorismo contra os Palestinos

O TERRORISMO CONTRA OS PALESTINOS

Omar Nasser Filho*

Para entender as causas do morticínio de tantos civis na Faixa de Gaza, é preciso conhecer os fundamentos da constituição do estado de Israel. No final do século XIX e início do século XX, um grupo de intelectuais europeus de origem judaica iniciou um movimento que propugnava a criação de uma unidade política que abrigasse os judeus de todo o mundo. Encabeçado pelo jornalista húngaro Theodor Herzl, deu-se a este movimento o nome de “sionismo”, do termo hebraico T’zion, em referência a um dos montes situados na cidade de Jerusalém.
Os fundamentos do sionismo foram reunidos no livro “O Estado Judeu”, publicado por Herzl em 1896. De início, os integrantes do movimento sionista não tinham uma idéia clara de onde seria constituído este novo país. Então, no 1º Congresso Sionista, que aconteceu em 1897 na cidade da Basiléia, na Suíça, venceu a tese de que ele deveria ser estabelecido na Palestina.
O grande problema é que o território não era um vazio demográfico. A Palestina é habitada, desde há pelo menos dez mil anos, por uma grande quantidade de povos, um dos quais os filisteus, aos quais o Antigo Testamento faz inúmeras referências. Pois os filisteus são os antepassados do povo que atualmente, em árabe, é chamado de filastini, ou seja, “palestino”.
Dá-se início, então, já a partir das duas primeiras décadas do século XX, à colonização judaica da Palestina. À medida em que o movimento sionista se estrutura, começa a receber recursos de empresários judeus da Europa, como os Rotschild, recursos estes que são utilizados para criar o Fundo Nacional Judaico e o Banco Anglo-Palestino. Estas agências financiam a entrada sorrateira de emigrantes judeus na Palestina e sua fixação no território.
Contudo, os próceres do sionismo – Ze’ev Jabotinski, David Ben-Gurion, Avraham Stern, Menachem Begin, entre outros –percebem que a população árabe, que já estava fixada ali desde tempos imemoriais, não aceitaria pacificamente a invasão e ocupação do seu território. Então, tem início a formação de células terroristas judaicas, como Hagannah, Irgun Zwei Leumi (Irgun), Lohamei Herut Israel (Lehi), Gangue Stern e Palmach.
Os crimes cometidos por estas células terroristas judaicas contra os palestinos, especialmente nas décadas de 1930 e 1940, foram inúmeros. Elas atacavam as aldeias árabes, matando indiscriminadamente homens, mulheres, crianças e jovens. O objetivo: provocar o pânico da população árabe, desencadeando sua emigração em massa, abrindo, dessa maneira, por meio da violência, espaço para a ocupação judaica do território.
Aqui, portanto, torna-se necessário assinalar um aspecto fundamental para o entendimento do que acontece, hoje, em Gaza: os palestinos, há pelo menos 80 anos, vêm lutando contra o terrorismo perpetrado pelos sionistas, que, vindos de pontos distantes da Europa, América, Ásia e África, invadiram sua pátria, mataram sua gente, tomaram suas casas e, sobre os escombros das vilas e dos cadáveres de milhares de palestinos, construíram o que hoje acostumou-se denominar “estado de Israel”.
O solene desprezo dos sionistas pela população árabe palestina, manifestada de maneira explícita pelos líderes do movimento e, na prática, pelo terrorismo judaico das décadas de 1920, 1930 e 1940, é uma característica indelével da ideologia nacionalista judaica e expressa-se, hoje, pelo terrorismo de estado perpetrado por Israel. O que o estado de Israel faz atualmente, na Palestina, é a execução de uma clara campanha de limpeza étnica, cujas diretrizes foram estabelecidas ao longo da consolidação do movimento sionista.
Ora, se há um invasor, há um invadido e este, de acordo com as normas do Direito Internacional, tem o direito de se defender. O Hamas, partido que venceu democraticamente as eleições palestinas de 2006 em sufrágio universal acompanhado por observadores internacionais, é a expressão política deste direito.
A Resistência Islâmica em Gaza é a voz desesperada de um povo que há 80 anos luta pelo seu direito de auto-determinação e pelo anseio de viver em liberdade na sua própria terra. Os bloqueios contínuos de Israel à Faixa de Gaza, dos quais o mais feroz teve início um ano e meio antes do ataque de janeiro deste ano, fizeram do território o maior campo de concentração a céu aberto do mundo. Ali, 1,5 milhão de almas ocupam uma área de aproximadamente 360 quilômetros quadrados.
É preciso que as pessoas de bem denunciem os crimes cometidos pelo estado de Israel. É preciso que a opinião pública esteja atenta à manipulação que a grande mídia sionista faz em relação ao conflito no Oriente Médio. É preciso conhecer a história, para não voltar a repeti-la no que ela tem de mais cruel.

* Omar Nasser Filho é jornalista, economista e Mestre em História pela UFPR.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Gazeta Árabe na TV

Assista, toda quinta feira, a partir do dia 29/01 as 20:00 na CWB TV (Canal 72 da TVA e 05 da NET) o Programa Gazeta Árabe na TV. Um espaço dedicado ao mundo árabe, sua cultura, costumes, história e tradições.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Toda a Cultura do Ocidente é um Crime


Cem anos de violência contra os palestinos
Mauro Santayana


A declaração de Shimon Peres, de que morrem mais crianças palestinas do que judias porque os judeus cuidam melhor das suas, é, em sua frieza e desdém, a confissão de que se executa o projeto de genocídio que o movimento sionista mundial estabeleceu, quando decidiu criar o Estado de Israel.
Só há duas formas de construir um Estado soberano em território alheio: com o assentimento de seus habitantes ou com o seu extermínio.Os palestinos não perceberam o que os judeus que adquiriam terras em seu território, ainda no fim do século 19, pretendiam. Só se deram conta do perigo em 1917, quando lorde Arthur James Balfour, em carta a Lionel Rothschild – o banqueiro que financiava os sionistas – lhe assegurou a decisão britânica de apoiar a criação de um "lar nacional judeu" na Palestina.
Como se encontravam sob domínio otomano e em plena Primeira Guerra Mundial, os árabes não puderam reagir imediatamente, o que só fariam depois do armistício. A Declaração Balfour é interessante, porque revela as circunstâncias conjunturais que a originaram. A guerra na Europa estava em momento indefinido, e os ingleses pressionavam o presidente Woodrow Wilson, dos Estados Unidos, para que enviasse tropas ao continente. Esse documento estimulou os ricos judeus de Nova York a exercer também sua influência sobre a Casa Branca, e os soldados norte-americanos desembarcaram em março do ano seguinte na Europa. O secretário do Exterior da Grã-Bretanha teve o cuidado de assegurar, na Declaração, que o apoio não poderia causar prejuízo aos "civil and religious rights of existing non jewish communities in Palestine". Essa foi uma atitude insensata, e disso se deram conta os ingleses.
Em 1920, terminado o conflito mundial, e atribuído aos ingleses, pela Liga das Nações, o mandato sobre o território palestino, os países árabes se reuniram em Damasco e manifestaram seu repúdio à Declaração Balfour. Não obstante isso, os ingleses responderam com a nomeação de um conhecido sionista para administrar a área, Herbert Samuel. Os árabes perceberam o que os esperava, e consideraram 1920 am al-nakbah, o ano da catástrofe. Mal sabiam que catástrofes ainda maiores viriam, como a destes dias em que – confirmando o projeto de limpeza étnica – escolas mantidas pelas Nações Unidas, claramente identificadas, são alvos escolhidos por Israel.
Desde então, os palestinos não deixaram de protestar, de lutar pelo seu espaço histórico. Na verdade eles são semitas que não deixaram o território e foram, com o tempo, convertidos ao islã. Há quase um século, são acossados por judeus europeus, que têm a cara e os métodos de quaisquer colonizadores.
Ao mesmo tempo em que o nazismo se fortalecia na Europa e iniciava a perseguição aos judeus – mas, também, aos outros povos que eles consideravam inferiores, como os eslavos, os negros e os ciganos – os palestinos continuavam a lutar contra os invasores.
Em 1935, terroristas judeus assassinaram seu líder, al-Qassam, o que provocou rebelião geral dos palestinos, de 1936 a 1939, massacrada pelas tropas britânicas e por 15 mil judeus – que constituíram o núcleo inicial do Exército de Israel.
A Primeira Guerra Mundial havia sido desastrosa para os palestinos. A Segunda lhes foi ainda pior. Depois da vitória aliada, os ingleses perceberam, com o grande homem de Estado de esquerda, Ernest Bevin, então secretário do Exterior, que haviam cometido, mais do que um crime, grande erro estratégico, diante dos interesses britânicos no Oriente Médio. Bevin tentou voltar atrás, proibir o prosseguimento da imigração de judeus em Israel e forçar a divisão do território em dois estados – o que não conseguiu.
Em julho de 1946, terroristas judeus, sob o comando de futuros e "respeitáveis" estadistas, como Menachen Begin, invadiram o Hotel King David, ocupado pela administração militar e civil britânica, e mataram 91 pessoas.Com todos esses fatos históricos, a Organização das Nações Unidas, dominada pelos quatro grandes vencedores do conflito (e a União Soviética foi nisso particularmente responsável), decidiu impor aos palestinos a presença definitiva dos israelitas. Mas foram sobretudo os norte-americanos, com Truman, que patrocinaram o projeto: necessitavam de um enclave na região.
Dizia Adorno que, depois de Auschwitz, toda a cultura do Ocidente era um lixo. O intelectual marxista estava enganado. Com o drama da Faixa de Gaza, toda a cultura do Ocidente é um crime

O que os judeus pensam...

Os ensinamentos rabínicos secretos a respeito dos cristãos e não-judeus.Trechos do Livro Sagrado dos Judeus, escolhidos e comentados pelo Reverendo I. B. Pranaitis, sacerdote católico, Doutor em Teologia e professor de idioma hebreu da antiga Academia Imperial Eclesiástica da Igreja Católica Romana de São Petersburgo

http://israelixo.jeeran.com/racismo.htm

(nao é virus !!!)

Há coisas do tipo:

"O judeu que mata um cristão não comete nenhum pecado, mas sim oferece um sacrifício a Deus".

É isso o que pregam os judeus...

e os árabes é que são terroristas??????


Crônica - O Gueto de Gaza

O GUETO DE GAZA

*Urda Alice Klueger

Eu me lembro com intensa nitidez dos profundos olhos aveludados e escuros daqueles homens, daquelas moças. Passei a conhecê-los nos Fóruns Sociais Mundiais de Porto Alegre – costumava chegar quase na hora do começo da passeata de abertura, e quando meus amigos me perguntavam:
- Vamos todos juntos?
Eu não titubeava:
- A gente se encontra depois. Vou junto com quem tiver mais necessidade de apoio. Vou ver se encontro o pessoal do Iraque, ou da Palestina...
Sempre encontrava o da Palestina. Eram homens de profundos olhos inteligentes e sofridos; eram moças com olhos iguais, algumas vestidas como certas figuras bíblicas femininas que pintores do Renascimento pintaram, e sempre com tamanha fé na Justiça! Vinham em poucas pessoas lá do seu mundo distante e garroteado, poderiam sumir no meio de multidões de 100.000 pessoas com as suas humildes "hattas"[1], mas eram eles os mais visíveis, porque as pessoas que se abalavam até os Fóruns Sociais Mundiais bem sabiam da realidade torturante daqueles irmãos. Na primeira vez que desfilei com eles decerto pareci-lhes estranha – não falávamos uma palavra sequer um da língua do outro, mas já lá no final, chegando ao anfiteatro do Pôr-do-Sol (quanta saudade!), alguém serviu de intérprete e contou para um dos palestinos que eu perdera um emprego por defender a Palestina. O homem de profundos olhos de veludo deu uma risada contagiante, e respondeu algo que também me foi traduzido: ele também perdera o emprego por ser palestino! Nosso simpático contato sem palavras começou ali.
Em outras ocasiões em que nos encontramos eles já me recebiam calorosamente com seus olhos que tudo expressavam, e que tinham uma ternura aveludada que poderia adoçar o mundo.
Depois que os Fóruns Sociais Mundiais saíram de Porto Alegre e foram para outros países, passamos a ter uma palavra de contato: quando nos encontrávamos, sempre primeiro na passeata de abertura, apontávamos uns para os outros e dizíamos: "Porto Alegre!", palavra chave que, aliada aos olhos profundos e misteriosos deles, significava todo um caloroso discurso. E nos abraçávamos como irmãos que somos (ou eram? Estarão vivos?), e na passeata de Caracas/Venezuela, um dos homens mais velhos tirou da sua mochila uma belíssima bandeira da Palestina em seda verde, vermelha branca e preta, e me deu. Sorrimos um para o outro e dissemos a palavra mágica:
- Porto Alegre! - e eu guardo com imenso carinho aquela bandeira de seda assim como a recebi, talvez ainda trazendo entretecido nos seus fios finos esporos ou pólen de plantas ou de outras formas de vida daquela distante Palestina onde provavelmente não poderei ir no decorrer da minha vida, pois envelheço, e o gueto que é a Faixa de Gaza está cada vez mais inacessível, e a mágoa da minha desesperança me faz pensar muito na solução final[2] dada ao Gueto de Varsóvia...[3]
Vejo as notícias e as fotos na Internet, e sei de tantas coisas, faz tanto tempo! Sei como os meus irmãos da Palestina tem que suportar o cheiro nauseabundo do lixo em decomposição, pois o Estado de Israel não deixa sequer que de lá se retire o lixo... e sei das crianças palestinas que são feridas por obuses lançados por tanques enquanto brincam, e que morrem de hemorragia nos portões do seu gueto porque insensíveis membros do exército israelense dizem que só dali a tantas horas tal portão poderá ser aberto, para a criança chegar a um hospital... e sei de detalhes que me deixam com vergonha por ser chamada de humana, pois um exército a serviço de também ditos humanos judeus faz coisas que quase não são críveis, como derrubar um edifício inteirinho para matar um único homem a quem perseguem, e que sabem que está escondido no poço do elevador... ou esse mesmo exército lançar um míssel sobre uma inocente festa de casamento, ou sobre uma formatura de guardas de trânsito...
Mil páginas seriam poucas para enumerar todos os horrores que sei, que tenho lido, tenho sabido, tenho aprendido sobre o que o governo de Israel faz com o Gueto de Gaza sob os olhos de todo o mundo, como se ninguém se importasse. O espaço, aqui, não permite entrar nas causas históricas dos acontecimentos, mas é bom aprender a respeito, para se entender que Israel não tem razão, que as barbaridades que vêm desde a década de 1940 são das mais abjetas da humanidade. O que me horroriza ainda mais, neste momento, são as fotos que não param de chegar de Gaza, de crianças carregadas nos braços dos pais, sem os pés e parte das pernas, com tendões e nervos que sobraram retorcidos como se fossem molas de metal, ou das fileiras de meninos e meninas nos seus trajes de frio, mortinhos, prontos para o funeral, e das caras sem consolo dos pais que ali estão, ou daquele menininho morto e ensangüentado, que o pai carrega no colo embrulhado na bandeira, bandeira igual àquela que tenho, menininho que nunca terá nos olhos aquela força forte como aço e suave como veludo e que nunca entenderá a palavra "Porto Alegre" – de novo digo que mil páginas seriam poucas para contar sobre cada foto, cada fato, cada texto e cada análise que tenho lido – um último fio que me une à esperança é a existência daquela gente de Israel que se nega ao crime, daqueles soldados israelenses que preferem a prisão do que ir assassinar seus irmãos já quase mortos de fome, frio e sede no gueto vizinho – pois Gaza hoje tem 1.500.000 habitantes trancafiados sem recursos numa área de 350 quilômetros quadrados, o que é mais ou menos a metade do tamanho desta minha pequena cidade de Blumenau...
Não há como dizer "enfim", para um texto como este. A dor e a mágoa por se saber que tais injustiças continuam acontecendo diante do mundo é uma coisa que poderia me matar de angústia, e então tenho que reagir escrevendo, que é o meu jeito de ser – mas o que escrever, se todos os grandes escritores, todos os grandes pensadores deste mundo já escreveram tudo o que eu gostaria de escrever, pois não é só a mim que a indignação arrasa – e por todos os lados as populações estão saindo às ruas para protestar contra este massacre inumano? Então achei que poderia escrever sobre os meus palestinos, aqueles que sabem a palavra "Porto Alegre", e que tem aqueles olhos profundamente cheios de significado, força e doçura. Então penso se estarão vivos, se aquelas lindas moças não serão hoje cadáveres só com meia cabeça, ou se os netinhos daqueles homens não estejam, talvez, com ferimentos como se fossem couve-flores de sangue nas suas barriguinhas de meninos mortos, ou se meus próprios amigos já não terão vidrados e frios os seus olhos que eram cheios de doçura e de força...
Ah! Palestina, ah! Palestina, como me dóis cá dentro do meu peito que parece estraçalhado... Ah! Palestina, ah! Palestina, que me resta fazer além de chorar angustiadamente, como estou a fazê-lo agora?


Blumenau, 06 de Janeiro de 2009.


*Urda Alice Klueger
Escritora e historiadora

Mahmoud Darwich


Confissão de um terrorista!
Mahmoud Darwich

Ocuparam minha pátria
Expulsaram meu povo
Anularam minha identidade
E me chamaram de terrorista

Confiscaram minha propriedade
Arrancaram meu pomar
Demoliram minha casa
E me chamaram de terrorista

Legislaram leis fascistas
Praticaram odiada apartheid
Destruíram, dividiram, humilharam
E me chamaram de terrorista

Assassinaram minhas alegrias
Seqüestraram minhas esperanças
Algemaram meus sonhos
Quando recusei todas as barbáries
Eles... mataram um terrorista!


"Os alemães mataram seis milhões de judeus, e apenas seis anos depois os judeus fizeram a paz com a Alemanha. Conosco, os judeus não querem a paz." (Rachid Hussein, poeta palestino)

Resposta de Mohammad Aziz ao jornalista da Folha


Sr Sergio Malbergier


Até certo ponto, impressiona-me ainda, lêr colunas escritas por pseudos articulistas, jornalistas pôr formação universitária, graduado, bemarticulado, dentro da máquina de guerra, sim, maquina de guerra, pois faz parte da melhorestratégia dos interesses das varias corporações espalhadas pelo sistema, e que nocaso específico dessa invasão, covarde sim, à Faixa de Gaza pelo exercito Israelense e seu pensamento sionista, ex- pansionista, e covarde, aparece também em assuntos comoo que o Senhor escreveu na edição da Folha on Line dessa segunda-feira, com otítulo de A Recaída do Itamaraty em Gaza. Seu artigo encomendado, é sim, mais uma das muitas armas de destruição que seus correligionários usam para desqualificar o sofrimento dos Palestinos e ridicularizar sua história e a degradação imposta pelo ocidente, patrocinada a monstruosidade, pri-meiro pela combalida Inglaterra do pós-guerra e jatambém, no mínimo 30 anos antes da unilateral imposição do estado de Israel em terras Palestinas. Senhor Sergio, sua abordagem na materia da Folha on Line é desabonadora, pôr ser mentirosa, quando aneza questão de decisão dadiplomacia Brasileira, com a verdade histórica sôbre o que e porque acontecematrocidades na Palestina. Insistira o senhor, como outros, escondidos atras de suas mêsas e da proteção que com certeza recebe das agências de inteligências sionistas, e claro, talvez acusan-do-nos de teóricos da conspiração, mas, estudamos obstante para entender e conhecer a estratégia que como a do senhor, outros também usam. Banaliza em seus comentários parciais, a causa Palestina e especialmente a de Gaza e seus habitantes, como uma questão de morteiros caseiros, que teimosamente, não atingem ninguem, incompetentes esses morteiros, não concorda Sr Sergio?. Deveriam alcançar no mínimo, a mesma proporção do genocídio que Israel alcança em territórios Palestinos. Tome seu tempo pôr honesto, discuta com coragem as questões históricas, comente e estude, se tiver isenção para isso, os últimos100 anos da história da Palestina, a dos judeus na europa, e aí, talvez, saiba como medir suas atitudes e essa falácia que prepondera da sua coluna. Tem muito a conhecer, Sr Sergio, mas talvez, já conheça, no entanto, tem um la do, e esse lado é amoral o suficiente para negar aos massacrados o direito de resposta e de usar as mesmas armas, aqui e lá, que o senhor também usa, com a maestria destrutiva dos tanques e das munições com armas quimicas,como o fósforo, descarregado sôbre a população Palestina. Estaremos acompanhando, todos, dentro das comunidades árabes, e também, das comunidades embuídas de proteger mais massacres, como os representados pôr aqueles que com seu espaço garantido nos meios decomunicação, disparam sem consequências contra seus atos. Fica aqui, com veemência, meu e os nossos protestos, da vasta comunidade árabe que aqui convive.

Mohamad Abdull Aziz

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O Massacre israelense contra Gaza

Crianças Palestinas. Por qual motivo estão sendo assassinadas???

أطفال فلسطين بأي ذنب قتلوا ؟ ؟